Vastos cabelos pretos, Antônio Pina acaba de interpretar no teatro o corrupto juiz Amos Fiodorovitch da peça "O inspetor geral", dirigida por Nello Marrese. O texto, de 1836, escrito por Nikolai Gogol, é uma sátira ao populismo e à corrupção de uma cidadezinha do interior que entra em transe e intrigas com a visita de um inspetor geral. Presença forte no palco, a carreira teatral deste carioca, de 35 anos, está apenas começando. Ele fala aqui de Brasil, corrupção, moda e estilo.

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Na nova loja de Bianca Gibbon do Shoppping da Gávea, um sofá Chesterfield convida a cliente a ir além do consumo. "As pessoas vivem hoje de maneira muito rápida. Por isso o sofá", explica Bianca, que há oito anos vem criando uma feminilidade colorida, fluida e sensual em suas coleções. Num vestido de renda azul, sua cor preferida, Bianca personifica o estilo da marca, que só vem crescendo nos últimos anos. O presente de fim de ano para as clientes é uma linha cápsula de festa, "Party Time", com vestidos de tirar o fôlego. 

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Em tempos de discussão de gênero, mais um filme trata o assunto com a maior poesia: "A garota dinamarquesa", dirigido por Tom Hooper, com o ator Eddie Redmayne interpretando o pintor dinamarquês Einer Mogen Wegener, um caso pioneiro de mudança de sexo nos anos 30. Ao posar para a mulher, a pintora Gerda Wegener, interpretada por Alicia Vikander, Einer descobre que tem uma alma feminina dentro de um corpo masculino. Incentivado por Gerda, ele se transforma em Lili Elbe. Conheça a verdadeira história de Lili.

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Uma estrela que aprendeu a trabalhar como operária. Assim Marilia Pera se definiu numa entrevista que fiz com ela para o jornal O Globo em 2005 ao estrear "Marilia Pêra canta Carmen Miranda". O encontro me deixou nervosa. Marília era um ícone para mim. Eu a acompanhava da novela "A moreninha" (1965) a peças como "Doce deleite" (1981), "Mademoiselle Chanel" (2004) ou "Apareceu a Margarida" (1978), de Roberto Athayde. Sem falar em filmes como "Bar Esperança" (1983) e "Pixote, a lei do mais fraco" (1980). Nesse dia procurei, na medida do possível, tratá-la como uma diva.

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Como degustar um bom vinho numa nave interplanetária a caminho da lua ou de marte? Qual a maneira mais confortável de se reunir e de conversar com os amigos numa cápsula flutuando no espaço? Nos últimos dois anos o designer Octave de Gaulle vem buscando as respostas para essas perguntas. O resultado de seus estudos e experimentos pode ser visto até abril de 2016 na exposição "Civilizando o espaço" no Museu das Artes Decorativas e do Design em Bordeaux, na França. Entre as criações do designer, está uma garrafa de vinho, para ser degustada em bolhas. 

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As investigações dos atentados da trágica sexta-feira, 13 de novembro, em Paris, revelaram uma Bélgica no centro da rede jihadista, mais precisamente no popular bairro de Molenbeek-Saint-Jean, com uma grande população islâmica. No domingo, 3 de dezembro, mais dois suspeitos foram presos, Samir Z, um francês, de 20 anos, e Pierre N, cidadão belga de 28 anos, ambos moradores de Molenbeek. Vivendo entre Paris e Bruxelas, a fotógrafa e jornalista Marina Sprogis conta como a população está reagindo à ameaça do terror.

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Malvino Salvador, Edson e Enzo Celulari, Murilo Rosa, Marcio Garcia. A abertura da segunda loja de Ricardo Almeida no Rio no Village Mall teve todos esses rapazes. Medo da concorrência das grifes estrangeiras? "Para mim é ótimo, porque a presença delas faz com que as pessoas entendam melhor o mundo da moda", diz Ricardo, que fala aqui do novo casual, das tendências para o verão, da paixão por carros, do empresário na atual conjuntura brasileira e de pingue-pongue.

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Para Andrea Branzi, arquiteto italiano que revolucionou o design e hoje, aos 77 anos, continua surpreendendo em Milão, "a qualidade intelectual de uma obra conta mais do que sua qualidade técnica". Suas peças são verdadeira poesias, em que pedaços de árvore, ramos e flores dão vida a materiais inanimados.

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Eu conheci e entrevistei Philip Treacy, autor dos chapéus mais cenográficos do mundo da moda em 2000 em São Paulo. Na mesma época, durante uma semana de moda, conheci também a editora de moda Isabella Blow, que não ia a um evento sem usar as criações de Treacy. Misteriosa, rosto semicoberto, ela me disse que gostava dos chapéus por timidez. Philip está abrindo seu coração num livro, editado pela Rizzolli, em que fala do seu processo criativo e da amizade com McQueen e com Isabella. Escrito com Marion Hume, "Philip Treacy: Hat Designer" tem mais de 250 imagens em cor e preto e branco. 

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O vidro é a matéria-prima da arquiteta Claudia Ferraz, que faz objetos e belas peças em seu atelier, em Ipanema. São colares, braceletes, brincos, chaveiros e várias outras opções de acessórios para um público que gosta de se vestir no melhor estilo artsy.

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